The National Times - O dia histórico de Jenni Gibbons, responsável pela comunicação com a equipe da Artemis II

O dia histórico de Jenni Gibbons, responsável pela comunicação com a equipe da Artemis II


O dia histórico de Jenni Gibbons, responsável pela comunicação com a equipe da Artemis II
O dia histórico de Jenni Gibbons, responsável pela comunicação com a equipe da Artemis II / foto: © AFP

A astronauta canadense Jenni Gibbons passou a segunda-feira (6) na sala de controle da Nasa em Houston, apoiando à distância seus colegas da missão Artemis II durante seu voo ao redor da Lua.

Alterar tamanho do texto:

Como astronauta de reserva da missão, Gibbons treinou ao lado do compatriota Jeremy Hansen e dos americanos Christina Koch, Victor Glover e Reid Wiseman, e ficou responsável pela comunicação com os tripulantes no sobrevoo lunar.

Em uma entrevista à AFP, ela contou o impacto da viagem, realizada mais de 50 anos depois da primeira missão à Lua.

– Como era o ambiente na sala de controle? –

A emoção no centro de controle era palpável, e foi um momento "especial", cheio de lágrimas, abraços e risadas, relatou Gibbons.

"A emoção na sala com as descrições que a tripulação transmitia era enorme. É provável que todos os controladores de voo tenham sido inspirados pelas missões Apollo e tenham trabalhado a vida inteira para ver isto", acrescentou.

Com os olhos grudados nas janelas da nave espacial por quase sete horas, a equipe da missão quebrou recordes e fez história.

"Superamos o recorde de distância da Apollo 13, o ponto mais distante a que humanos já viajaram partindo do nosso planeta. Foi um momento especial", afirmou a canadense.

"Acho que, em determinado momento, as pessoas estavam chorando, agradecidas, rindo, se abraçando, e foi simplesmente um dos momentos que mais guardo com carinho da minha carreira".

- Por que o sobrevoo lunar foi histórico? –

"A primeira coisa é que eles foram mais longe do nosso planeta do que qualquer outro antes", explicou.

A missão Artemis II superou o recorde de distância estabelecido pela Apollo 13 em 1970. Ao atingir o seu ponto mais distante, a 406.771 quilômetros da Terra, a tripulação conseguiu situar‑se mais de 6.600 quilômetros acima da marca histórica anterior.

"As outras missões Apollo voaram muito mais perto da Lua. Ver a perspectiva da nossa Terra de tão longe deve ter sido absolutamente incrível, e eles tiveram perspectivas do lado mais distante da Lua que nunca tinha estado iluminado durante as missões Apollo", acrescentou.

A equipe também enviou descrições de locais nunca antes vistos, lembrou Gibbons. "Nós os vimos em imagens remotas, mas esta é a primeira vez que as câmeras mais sensíveis do mundo, que são os olhos humanos, puderam observá‑los".

– Qual foi a descrição mais impactante? –

"Com a data do lançamento, a mecânica orbital foi tal que, ao final do sobrevoo lunar, a tripulação presenciou um eclipse", lembrou a astronauta.

"Devido a disso, puderam ver todas aquelas características incríveis do espaço profundo e da Lua que não estavam ofuscadas pela luz solar: muitos detalhes realmente finos, inclusive detalhes da coroa do Sol quando ele passava atrás da Lua".

"Na verdade, eles voaram com óculos de eclipse para se proteger, de modo que muitas pessoas que já presenciaram um eclipse na Terra puderam reconhecer essa experiência e se identificar com ela", adicionou.

Gibbons destacou que a tripulação conseguiu descrever o que foi observado quando a Lua estava escura.

"Eles viram clarões de impacto na superfície, o que significa material que atinge a superfície lunar e cria novas crateras", disse.

"É algo que não presenciamos com frequência. Os astronautas da Apollo talvez tenham mencionado alguns, mas para nós era ciência de máxima prioridade, então o fato de eles terem visto quatro ou cinco foi simplesmente extraordinário".

R.Hawkins--TNT

Apresentou

GA-ASI e Saab realizam testes de voo avançados de alerta aéreo antecipado com o MQ-9B não tripulado

A General Atomics Aeronautical Systems, Inc. (GA-ASI) firmou uma parceria com a Saab para realizar testes de voo avançados de um sistema de alerta aéreo antecipado (AEW) em um sistema aéreo não tripulado (UAS). Os testes foram realizados nos últimos meses utilizando um MQ-9B fabricado pela GA-ASI, equipado com um radar LoyalEye da Saab, que operou a partir das instalações de operações de voo Desert Horizon da GA-ASI, no sul da Califórnia, nos EUA.

GA-ASI firma parceria com a Spirit Defense para a produção da aeronave de combate colaborativa FQ-42

SAN DIEGO, EUA/ ACCESS Newswire / 23 de outubro de 2026 / A General Atomics Aeronautical Systems, Inc. (GA-ASI), líder mundial em sistemas de aeronaves não tripuladas (UAS), anunciou uma colaboração com a Spirit Defense, uma empresa da Boeing, para apoiar a produção da estrutura da nova aeronave de combate colaborativa (CCA) FQ-42 Vengeance.

Falhas críticas de segurança detectadas por IA afetam sites de todo o mundo

A inteligência artificial encontrou falhas de segurança em PHP, uma linguagem de programação utilizada em 70% dos sites na internet, o que levou governos e empresas de todo o mundo a tirar suas páginas do ar nesta quinta-feira (22), de forma preventiva, para se protegerem.

P&G, Nestlé, Mars, AstraZeneca, ITC e Bekaert recebem os prêmios OMP Supply Chain Awards

Os prêmios reconhecem a inovação na cadeia de suprimentos, as parcerias de longo prazo e a participação na comunidade durante as conferências da OMP realizadas em Singapura e Xangai.

Alterar tamanho do texto: