The National Times - Nvidia é a primeira empresa a ultrapassar os US$ 5 trilhões em valor de mercado

Nvidia é a primeira empresa a ultrapassar os US$ 5 trilhões em valor de mercado


Nvidia é a primeira empresa a ultrapassar os US$ 5 trilhões em valor de mercado
Nvidia é a primeira empresa a ultrapassar os US$ 5 trilhões em valor de mercado / foto: © AFP/Arquivos

A gigante americana de microprocessadores Nvidia tornou-se a primeira empresa do mundo a ultrapassar a marca simbólica dos 5 trilhões de dólares (R$ 26,8 trilhões) em valor de mercado nesta quarta-feira (29).

Alterar tamanho do texto:

Pouco depois da abertura de Wall Street, suas ações estavam cotadas a 210,90 dólares (+4,91%), ultrapassando assim a marca dos 5 trilhões de dólares.

A Nvidia é uma das maiores fabricantes de microprocessadores usados no crescente mercado da inteligência artificial, o que a impulsionou a se tornar a empresa com a maior capitalização de mercado do mundo.

Atrás da Nvidia estão as gigantes da tecnologia Microsoft, Apple, Alphabet, Amazon e Meta, todas com sede nos Estados Unidos.

A valorização das ações da Nvidia se deve às vendas contínuas e sólidas, a uma série de novos acordos — incluindo uma parceria com a Nokia anunciada na terça-feira — e à expectativa de que a empresa possa recuperar o acesso à China.

A empresa está "muito à frente de qualquer concorrente, que tem dificuldade para alcançá-la no mundo em que opera", disse Art Hogan, da B. Riley Wealth Management, à AFP.

"Embora seja quase inconcebível para uma empresa atingir esse marco, esta é uma empresa com tantas eficiências operacionais que parece anunciar grandes acordos diariamente ou toda semana", acrescentou.

O CEO da Nvidia, Jensen Huang, deve visitar a Coreia do Sul esta semana. Lá, ele realizará reuniões à margem da cúpula da Apec, onde o presidente americano, Donald Trump, se reunirá com seu par chinês, Xi Jinping, e onde são esperadas discussões sobre inteligência artificial.

Os chips da Nvidia não são vendidos para a China atualmente devido a uma combinação de proibições do governo chinês, preocupações com a segurança nacional e tensões comerciais em curso entre Washington e Pequim.

O governo Trump prefere uma abordagem mais flexível sobre a venda de chips de IA para Pequim, mas enfrenta profundo ceticismo de setores mais críticos à China em todo o espectro político dos EUA, que defendem proibições mais rígidas à tecnologia de IA.

A Nvidia anunciou uma série de parcerias nas últimas semanas, incluindo sua intenção de investir até 100 bilhões de dólares (cerca de 534 bilhões de reais) na OpenAI nos próximos anos.

A empresa também afirmou que investirá 5 bilhões de dólares (26,7 bilhões de reais) em sua concorrente Intel, que enfrenta dificuldades, em resposta ao desejo do governo Trump de impulsionar a fabricação de semicondutores nos Estados Unidos.

F.Morgan--TNT

Apresentou

É possível desacelerar o desenvolvimento da IA?

Os principais empresários do setor da inteligência artificial dizem que querem reduzir o ritmo vertiginoso do desenvolvimento desta tecnologia, mas a concorrência, a reticência do governo dos Estados Unidos e fatores geopolíticos se interpõem no caminho.

Claro lança serviço de filtro de telemarketing e entra na disputa com Vivo

A operadora Claro iniciou nesta segunda-feira (14/09) a comunicação com seus clientes sobre o lançamento do 'Claro Anti Spam'. O novo serviço filtra automaticamente chamadas de telemarketing abusivo diretamente na rede, posicionando a empresa no mesmo campo tecnológico da concorrente Vivo, que já utiliza tecnologia similar há cerca de 18 meses.

Como os semáforos inteligentes com IA estão reduzindo o trânsito em grandes cidades

Cidades brasileiras como São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte estão adotando semáforos inteligentes que utilizam algoritmos e inteligência artificial para gerenciar o tráfego de forma dinâmica. A tecnologia ajusta os tempos dos faróis conforme a demanda real, resultando em redução significativa da lentidão e aumento da capacidade de circulação nos cruzamentos.

Autonomia de carros elétricos após oito anos: perda média e fatores

Após oito anos de uso, a maioria dos carros elétricos modernos mantém entre 70% e 90% da capacidade original da bateria. A perda de autonomia varia conforme o tipo de química da célula, o sistema de gerenciamento térmico e os hábitos de recarga do proprietário.

Alterar tamanho do texto: