The National Times - Blue Origin leva passageiros ao espaço após dois anos de pausa

Blue Origin leva passageiros ao espaço após dois anos de pausa


Blue Origin leva passageiros ao espaço após dois anos de pausa
Blue Origin leva passageiros ao espaço após dois anos de pausa / foto: © AFP/Arquivos

A empresa espacial Blue Origin levou passageiros à última fronteira pela primeira vez em quase dois anos com um lançamento neste domingo (19) que reacendeu a concorrência no mercado de turismo espacial após uma pausa em suas operações tripuladas.

Alterar tamanho do texto:

Um total de seis membros da tripulação decolou por volta das 9h36, horário local (11h36 em Brasília), da base do Local de Lançamento Um da empresa no estado do Texas, no sul dos EUA, na missão NS-25. Esse é o sétimo voo tripulado da empresa fundada pelo bilionário americano Jeff Bezos (Amazon).

A equipe inclui Ed Dwight, um escultor negro e ex-piloto da força aérea que foi rejeitado pelo corpo de astronautas da agência espacial americana Nasa na década de 1960.

Dwight, com 90 anos, 8 meses e 10 dias, é, portanto, a pessoa mais velha a viajar para o espaço, superando por pouco o ator da famosa série de TV espacial "Star Trek", William Shatner, que era quase dois meses mais jovem quando partiu com a Blue Origin em 2021.

"Eu fui o primeiro homem no mundo famoso por não fazer algo", brincou Dwight antes do lançamento, em referência ao seu passado. "Não preciso dizer que estou impressionado".

O empresário francês Sylvain Chiron, que faz parte da equipe, disse à AFP que o que mais o entusiasma é "essa sensação de deixar o mundo dos homens e ver a Terra como um todo, de cima, sem fronteiras, com toda a sua fragilidade e beleza".

A missão NS-25 é o sétimo voo com tripulação humana da empresa fundada e de propriedade de Jeff Bezos.

Até o momento, a Blue Origin enviou 31 pessoas a bordo do veículo suborbital New Shepard, um foguete pequeno e reutilizável que leva o nome de Alan Shepard, o primeiro americano a ir ao espaço.

Bezos vê as curtas excursões no New Shepard como um trampolim para ambições maiores, incluindo o desenvolvimento de um foguete pesado completo e um módulo de pouso lunar.

O programa sofreu um revés quando um foguete New Shepard pegou fogo logo após o lançamento em 12 de setembro de 2022. A cápsula sem tripulação foi ejetada a tempo, o que significa que os astronautas estariam a salvo se tivessem voado.

Uma investigação federal revelou que a causa foi um bico de motor superaquecido. A Blue Origin tomou medidas corretivas e realizou um lançamento não tripulado bem-sucedido em dezembro de 2023, abrindo caminho para a missão deste domingo.

O próprio Bezos participou do primeiro voo tripulado do programa em 2021. Poucos meses depois, Shatner ultrapassou o limite entre a ficção científica e a realidade ao se tornar o astronauta mais velho da história, décadas depois de ter interpretado pela primeira vez um viajante espacial.

T.Bailey--TNT

Apresentou

É possível desacelerar o desenvolvimento da IA?

Os principais empresários do setor da inteligência artificial dizem que querem reduzir o ritmo vertiginoso do desenvolvimento desta tecnologia, mas a concorrência, a reticência do governo dos Estados Unidos e fatores geopolíticos se interpõem no caminho.

Claro lança serviço de filtro de telemarketing e entra na disputa com Vivo

A operadora Claro iniciou nesta segunda-feira (14/09) a comunicação com seus clientes sobre o lançamento do 'Claro Anti Spam'. O novo serviço filtra automaticamente chamadas de telemarketing abusivo diretamente na rede, posicionando a empresa no mesmo campo tecnológico da concorrente Vivo, que já utiliza tecnologia similar há cerca de 18 meses.

Como os semáforos inteligentes com IA estão reduzindo o trânsito em grandes cidades

Cidades brasileiras como São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte estão adotando semáforos inteligentes que utilizam algoritmos e inteligência artificial para gerenciar o tráfego de forma dinâmica. A tecnologia ajusta os tempos dos faróis conforme a demanda real, resultando em redução significativa da lentidão e aumento da capacidade de circulação nos cruzamentos.

Autonomia de carros elétricos após oito anos: perda média e fatores

Após oito anos de uso, a maioria dos carros elétricos modernos mantém entre 70% e 90% da capacidade original da bateria. A perda de autonomia varia conforme o tipo de química da célula, o sistema de gerenciamento térmico e os hábitos de recarga do proprietário.

Alterar tamanho do texto: