The National Times - Após Shein, governo da França denuncia outras seis plataformas na Justiça

Após Shein, governo da França denuncia outras seis plataformas na Justiça


Após Shein, governo da França denuncia outras seis plataformas na Justiça
Após Shein, governo da França denuncia outras seis plataformas na Justiça / foto: © AFP/Arquivos

Assim como fez com a Shein, o governo da França denunciou outras seis plataformas online, cinco delas (AliExpress, Joom, eBay, Temu, Wish) por venderem produtos ilegais, anunciou nesta sexta-feira (14) o ministro do Comércio, Serge Papin, ao jornal Le Parisien.

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A unidade antifraude francesa (DGCCRF) descobriu "que a AliExpress e Joom também vendiam bonecas pedopornográficas" e que Wish, Temu, AliExpress e eBay "vendiam armas de categoria A, como socos ingleses e facões", declarou o ministro.

Além disso, Wish, Temu e Amazon — a sexta plataforma questionada — "não respeitavam suas obrigações de filtrar" as imagens de caráter pornográfico para que menores não pudessem vê-las, adicionou.

"Notificamos o procurador da República sobre todas as plataformas que ofereciam conteúdos ilícitos", explicou Serge Papin.

"No caso da Shein, também solicitamos sua suspensão perante a Justiça. Qualquer plataforma que comercialize artigos ilícitos receberá o mesmo tratamento", advertiu o ministro.

Na semana passada, o governo anunciou que havia constatado a venda de produtos ilícitos em outras plataformas além da empresa chinesa e prometeu que seriam abertos "novos processos" contra elas.

Anteriormente, descobriu-se que a Shein vendia bonecas sexuais com aparência infantil e armas de categoria A. A plataforma removeu de seu site todos os produtos ilícitos e evitou, até o momento, sua suspensão na França, mas os processos contra a empresa continuam em andamento.

O grupo deve comparecer à Assembleia Nacional (câmera baixa) na terça-feira para informar sobre controles de produtos importados para a França, mas ainda não confirmou sua presença.

A Shein abriu sua primeira unidade física em 5 de novembro nas famosa loja de departamentos BHV, no centro de Paris, e planejava abrir outras no país. Porém, estas inaugurações serão adiadas por "alguns dias ou algumas semanas" para adaptar "a oferta" e a "política de preços", indicou nesta sexta-feira o chefe da empresa proprietária da BHV, Frédéric Merlin.

M.Wilson--TNT

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