The National Times - Milei acredita que ajuda dos EUA será mantida após legislativas na Argentina

Milei acredita que ajuda dos EUA será mantida após legislativas na Argentina


Milei acredita que ajuda dos EUA será mantida após legislativas na Argentina
Milei acredita que ajuda dos EUA será mantida após legislativas na Argentina / foto: © AFP

O presidente argentino, Javier Milei, disse, durante uma entrevista à TV, nesta quarta-feira (15), que confia em que o apoio financeiro dos Estados Unidos será mantido após as eleições legislativas de 26 de outubro.

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Milei se reuniu na terça-feira, na Casa Branca, com o presidente americano, Donald Trump, seu aliado ideológico, que advertiu: "Se ele perder, não vamos ser generosos com a Argentina".

Os comentários foram amplamente vistos como uma intervenção de Trump para apoiar Milei antes das decisivas eleições legislativas de 26 de outubro, nas quais sua bancada, minoritária no Congresso, poderia perder ainda mais cadeiras em meio a vários escândalos que rodeiam seu governo e seu partido.

Milei sugeriu, durante uma entrevista à CNBC, dublada para o inglês, que Trump na verdade vai apoiar a Argentina durante seu mandato presidencial, que termina em 2027.

"Seguimos avançando nas ideias de liberdade e por isso pelo menos até 2027 temos esse apoio assegurado", disse, segundo a voz em off de um intérprete em inglês.

"Está claro, digamos, que o apoio está em curso", afirmou.

"Pelo menos estarei no cargo até 2027 e se formos reeleitos, depois disso também", ainda segundo a tradução.

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, anunciou, na semana passada, um acordo que dá à Argentina acesso a 20 bilhões de dólares (R$ 108,9 bilhões, na cotação atual) mediante um intercâmbio de divisas (swap), assim como a compra de pesos.

Milei expressou sua esperança de que as eleições legislativas aumentem sua base para lhe permitir levar suas políticas adiante. "Não tenho a intenção de mudar de rumo até o final do meu mandato", reiterou.

"Estou comprometido com a agenda de baixar impostos, desregular e manter o crescimento da economia", acrescentou.

B.Scott--TNT

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