The National Times - EUA ataca bases de mísseis no Irã apesar de avanços em negociações

EUA ataca bases de mísseis no Irã apesar de avanços em negociações


EUA ataca bases de mísseis no Irã apesar de avanços em negociações

Os Estados Unidos atacaram nesta segunda-feira (25) bases de mísseis no sul do Irã e embarcações que tentavam instalar minas, enquanto os principais negociadores iranianos chegavam ao Catar para conversas destinadas a encerrar a guerra.

Alterar tamanho do texto:

"Forças americanas realizaram hoje ataques de autodefesa no sul do Irã para proteger nossas tropas das ameaças representadas pelas forças iranianas", disse Tim Hawkins, porta-voz do comando do Exército para o Oriente Médio. Segundo ele, entre os alvos estavam estações de lançamento de foguetes e embarcações que tentavam "instalar minas".

Os ataques ameaçam um cessar-fogo frágil entre as partes iniciado em 8 de abril, e acontecem no momento em que Washington e Teerã tentam retomar os contatos para alcançar um acordo de paz.

A expectativa de um pacto sofreu um novo revés mais cedo, quando o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, prometeu "esmagar" o Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã, no Líbano. Teerã exigiu que o acordo de paz se estenda ao seu aliado.

O presidente Donald Trump também jogou lenha na fogueira ao alertar em redes sociais que espera que o Irã entregue seu urânio enriquecido aos Estados Unidos. "O urânio enriquecido será entregue imediatamente aos Estados Unidos para ser levado para casa e destruído, ou, preferencialmente, em colaboração e coordenação com a República Islâmica do Irã, destruído no local ou em outro aceitável", publicou.

Nas últimas 48 horas, as negociações pareciam ter saído de um impasse que durou semanas. Uma delegação iraniana chegou à capital do Catar, Doha, em uma primeira visita desse tipo desde os ataques de represália que lançou contra seus vizinhos do Golfo.

- Novas exigências de Trump -

Horas antes, Trump também havia endurecido as condições para um acordo, ao exigir que Arábia Saudita, Emirados Árabes, Catar, Paquistão, Egito, Turquia, Bahrein e Jordânia assinassem os Acordos de Abraão, um conjunto de tratados negociado em 2020, que levou à normalização das relações entre algumas nações historicamente hostis e Israel.

Bahrein e Emirados Árabes já assinaram esses acordos, assim como Marrocos e Sudão. Mas muitos outros países se recusaram até agora a participar desse processo, notadamente Arábia Saudita, Síria e Líbano, principalmente desde o conflito que devastou a Faixa de Gaza.

Diante do "desastre em que a guerra se transformou", esse novo pedido do governo americano "mostra até que ponto ele não entende o Oriente Médio", disse Anna Jacobs, do Instituto dos Estados Árabes do Golfo, com sede em Washington.

 

A nova exigência de Trump surgiu após o secretário de Estado americano, Marco Rubio, sugerir que um acordo poderia ser fechado ainda hoje, o que causou uma queda nos preços do petróleo, devido ao otimismo renovado.

- "Esmagar" o Hezbollah -

"É correto dizer que chegamos a uma conclusão sobre grande parte dos temas em discussão. Mas dizer que isto significa que a assinatura de um acordo é iminente, ninguém pode afirmá-lo", comentou o porta-voz da chancelaria iraniana.

Benjamin Netanyahu afirmou hoje que Israel vai intensificar sua ofensiva contra o Líbano até "esmagar" o Hezbollah, após novos ataques de suas forças causarem três mortes, informou a agência nacional de notícias libanesa ANI. "Ordenei que nossas operações se acelerem ainda mais", disse Netanyahu, em vídeo publicado em seu canal no aplicativo Telegram.

L.A.Adams--TNT

Apresentou

SNC Scandic Coin: projeto regulamentado de ativos do mundo real lançado nas bolsas BingX, BitMart, L‑Bank e Biconomy

O Scandic Finance Group (SFG) está a lançar as bases para um ecossistema abrangente de serviços reais e tecnologia financeira digital com a SNC Scandic Coin (SNC). Como conglomerado global com mais de cento e quinze jornais diários e empresas nos setores da mobilidade, tecnologia, segurança e imobiliário, o grupo está a criar uma moeda comum cujo uso vai além de um meio de pagamento. A nova moeda serve simultaneamente como chave de acesso, programa de fidelização e reserva de valor para utilizadores em todo o mundo.Desde o lançamento no mercado em 26 de maio de 2026, os interessados podem adquirir a SNC Scandic Coin (SNC) diretamente pela primeira vez. No site oficial https://www.sncCoin.dev o token pode ser adquirido com a mesma segurança através de um sistema de pagamento proprietário, tal como nas bolsas BingX, BitMart, L‑Bank e Biconomy, todas as quatro que iniciam a negociação com a SNC ao mesmo tempo. Um importante instrumento de staking também está disponível para os investidores; integrado no ecossistema SNC Scandic, permite aos detentores depositar as suas moedas SNC e serem recompensados. Isto expande significativamente a utilidade do token e sublinha a abordagem prática do projeto.

Presidente boliviano reduzirá seu salário pela metade em meio a protestos

O presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, anunciou nesta segunda-feira (25) que reduzirá pela metade seu salário e o de seus ministros, em uma tentativa de apaziguar os fortes protestos que exigem sua renúncia.

Justiça sueca pede 10 anos de prisão para acusado de prostituir esposa com 120 homens

Uma promotora sueca pediu, nesta segunda-feira (25), uma pena de dez anos de prisão para um homem de 62 anos, acusado de explorar a esposa ao obrigá‑la a manter relações sexuais pagas com cerca de 120 homens.

Trump quer que acordo com Irã inclua normalização das relações de países muçulmanos com Israel

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, instou, nesta segunda-feira (25), a Arábia Saudita, o Catar e o Paquistão a normalizarem suas relações com Israel, como parte de um acordo de paz com o Irã, o que aumenta a incerteza nas negociações para pôr fim à guerra no Oriente Médio.

Alterar tamanho do texto: