The National Times - Cubanos emigrados vão poder investir na ilha, diz ministro à NBC

Cubanos emigrados vão poder investir na ilha, diz ministro à NBC


Cubanos emigrados vão poder investir na ilha, diz ministro à NBC
Cubanos emigrados vão poder investir na ilha, diz ministro à NBC / foto: © AFP

Os cubanos que moram no exterior e seus descendentes vão poder investir na ilha, anunciou o ministro cubano de Comércio Exterior e Investimento Estrangeiro, Oscar Pérez-Oliva, em entrevista à emissora americana NBC divulgada nesta segunda-feira (16).

Alterar tamanho do texto:

Este anúncio ocorre em um momento em que Washington submete a ilha a um bloqueio energético de fato como parte de sua política de pressão máxima contra o governo comunista.

"Cuba está aberta a manter uma relação comercial fluida com empresas americanas" e "também com cubanos residentes nos Estados Unidos e seus descendentes", disse Pérez-Oliva na entrevista concedida à NBC em Havana.

A medida, que vai permitir aos emigrados ter seus próprios negócios na ilha, visa criar um "ambiente empresarial dinâmico" e será aplicada "aos investimentos - não só os pequenos, mas também os grandes investimentos, especialmente em infraestrutura", disse Pérez-Oliva.

Ele destacou que o objetivo desta abertura é reativar setores-chave da economia, como o turismo e a mineração, assim como restaurar a obsoleta rede elétrica do país, que sofre há anos com avarias que provocam apagões prolongados.

Sob embargo dos Estados Unidos desde 1962, Cuba, de 9,6 milhões de habitantes, atravessa uma crise energética que paralisou quase por completo sua economia depois que Washington cortou as remessas de petróleo da Venezuela, seu principal provedor, e ameaçou com sanções outros países que venderem combustível ao país.

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, confirmou na sexta-feira que seu país mantém conversas com Washington, e que seu par americano, Donald Trump, declarou no domingo que Havana deseja fechar um acordo com os Estados Unidos que, segundo ele, será alcançado "muito em breve".

Em suas declarações sobre Cuba, Trump costuma elogiar o sucesso econômico dos cubanos que emigraram para os Estados Unidos e não esconde seu desejo de ver uma mudança de regime na ilha.

Segundo Washington, a ilha, situada a apenas 150 km da costa da Flórida, representa uma "ameaça excepcional" por suas relações estreitas com Rússia, China e Irã.

R.Evans--TNT

Apresentou

Banco central chinês anuncia novo apoio após forte queda das bolsas

O banco central chinês prometeu hoje medidas para estimular os mercados financeiros, após as iniciativas anteriores não terem conseguido inverter a tendência negativa das bolsas chinesas, que registaram em outubro o pior mês em acima de uma década. Quanto ao governador do Banco do Povo da China, Pan Gongsheng, apresentou anteriormente um relatório à liderança da Assembleia Nacional Popular, órgão legislativo máximo da China, no qual anunciou a “implementação eficaz de instrumentos de política monetária” para enfrentar os riscos financeiros em setores fundamentais, como os mercados de capitais

Nikkei perde 1,42% com pressão sobre empresas ligadas à inteligência artificial

O principal índice da Bolsa de Tóquio, o Nikkei, fechou hoje a cair 1,42%, pressionado pelas dúvidas no setor da inteligência artificial (IA), na sequência da vitória do Partido Democrata nas eleições intercalares nos Estados Unidos. Quanto ao indicador, que agrupa os 225 títulos mais representativos do mercado japonês, caiu 893,23 pontos, situando-se em 62.

PSI abre em alta com EDP Renováveis e EDP entre os destaques

A bolsa de Lisboa abriu a sessão em terreno positivo, com uma subida de 1,08% para 9. 323,72 pontos.

Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados

O ouro ultrapassou a barreira dos quatro mil dólares, regressando a terreno positivo após os Democratas ganharem a maioria no Congresso dos EUA. O movimento do metal amarelo está em contraciclo com a descida observada no dólar.

Alterar tamanho do texto: