The National Times - Diante da pressão ocidental, Irã ameaça com 'resposta esmagadora'

Diante da pressão ocidental, Irã ameaça com 'resposta esmagadora'


Diante da pressão ocidental, Irã ameaça com 'resposta esmagadora'
Diante da pressão ocidental, Irã ameaça com 'resposta esmagadora' / foto: © AFP

Após reprimir com muita violência os protestos populares, o regime iraniano advertiu nesta quinta-feira (29) que apresentará uma "resposta esmagadora" caso se concretize a ameaça de intervenção militar dos Estados Unidos.

Alterar tamanho do texto:

Além da pressão militar dos Estados Unidos, país que mantém 10 navios de guerra no Golfo após a chegada à região do porta-aviões "USS Abraham Lincoln", o Irã enfrenta a pressão econômica da União Europeia (UE).

O bloco dos 27 países europeus examina a inclusão da Guarda Revolucionária, o exército ideológico do Irã, em sua lista de organizações "terroristas", com as consequentes sanções e congelamento de ativos.

"Se você atua como terrorista, deve ser tratado como tal", disse a chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas, em referência à repressão do governo iraniano contra os manifestantes no início do ano e que, segundo várias ONGs, deixou milhares de mortos.

O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, já havia alertado na quarta-feira que as forças de seu país estão com "o dedo no gatilho". Nesta quinta-feira, o comandante do Exército, Amir Hatami, ordenou a mobilização de mil drones estratégicos nos regimentos de combate.

"Diante das ameaças que enfrentamos, a prioridade do Exército é manter e reforçar nossa vantagem estratégica para dar uma resposta esmagadora a qualquer ataque", disse Hatami, citado pela televisão estatal.

Na quarta-feira, Mohammad Akbarzadeh, comandante das forças navais da Guarda Revolucionária, ameaçou bloquear o Estreito de Ormuz, um ponto crucial de passagem do transporte de gás liquefeito e petróleo procedentes do Golfo.

O jornal Kayhan, próximo ao governo, afirma nesta quinta-feira que "a República Islâmica do Irã tem o direito de fechar o Estreito de Ormuz". "Se o inimigo vier com uma espada, não vamos recebê-lo com um sorriso diplomático", acrescentou a publicação.

A reação foi uma resposta às declarações de quarta-feira do presidente americano Donald Trump, que disse que "o tempo se esgota" para negociações com Teerã sobre seu programa nuclear.

O presidente republicano disse que, sem a negociação, Washington atacará Teerã, como fez em 22 de junho do ano passado ao atingir três instalações nucleares. Ele ressaltou que desta vez "será muito pior".

- Diplomacia -

Apesar do teor incendiário das declarações, os diplomatas continuam trabalhando. O ministro iraniano das Relações Exteriores terá reuniões na sexta-feira na Turquia, que pretende assumir um papel de mediação para acalmar a tensão entre Teerã e Washington e evitar um ataque americano.

O ministro turco das Relações Exteriores, Hakan Fidan, "reiterará a oposição da Turquia a qualquer intervenção militar contra o Irã e insistirá nos riscos de tal iniciativa para a região e o mundo", declarou uma fonte da diplomacia da Turquia.

Ancara, no entanto, se prepara para qualquer cenário e estuda a forma de reforçar sua fronteira em caso de queda do regime iraniano, indicou outra fonte à AFP.

Em uma entrevista à CNN publicada nesta quinta-feira pela agência IRNA, o presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, se declarou aberto a um "diálogo real e no âmbito das regras internacionais" com os Estados Unidos.

"O que vimos até agora é que o presidente americano tenta impor (sua visão). E, se não é aceita, quer impor a guerra", prosseguiu.

A Rússia afirmou que o potencial de negociação com o Irã "está longe de ter se esgotado".

O balanço das ONGs sobre a repressão do governo em várias cidades do país, no início do mês, cita milhares de mortos, que na realidade podem ser dezenas de milhares.

A Agência de Notícias de Ativistas pelos Direitos Humanos (HRANA), com sede nos Estados Unidos, afirmou ter verificado 6.373 mortos, a maioria manifestantes atingidos por tiros das forças de segurança.

O grupo acrescentou que pelo menos 42.486 pessoas foram detidas e escreveu no X que o número de mortos poderia superar 17.000.

A.Wood--TNT

Apresentou

Alex Bodi utsedd till vicepresident för SCANDIC FINANCE-koncernen

Den rumänske företagaren Alexandru Nicolae Bodi, 41 år, leder sedan den 1 november 2026 den östeuropeiska verksamheten inom SCANDIC FINANCE GROUP:s affärsområde ”International Operations & Global Banking Strategy”. I sin nya roll leder han ett team på 384 medarbetare och samordnar fastighetsprojekt i Förbundsrepubliken Tyskland.

تعيين أليكس بودي نائبًا لرئيس مجموعة SCANDIC FINANCE

يتولى رجل الأعمال الروماني ألكساندرو نيكولاي بودي (Alexandru Nicolae Bodi)، البالغ من العمر 41 عامًا، منذ الأول من نوفمبر 2026، مسؤولية أعمال قطاع «العمليات الدولية والاستراتيجية المصرفية العالمية» (International Operations & Global Banking Strategy) التابع لمجموعة SCANDIC FINANCE GROUP في أوروبا الشرقية. ويقود في هذا المنصب فريقًا يضم 384 موظفًا، كما ينسّق مشاريع عقارية في جمهورية ألمانيا الاتحادية.

SCANDIC FINANCEグループ、アレックス・ボディ氏を副社長に任命

 ルーマニアの実業家アレクサンドル・ニコラエ・ボディ氏(Alexandru Nicolae Bodi、41歳)は、2026年11月1日付で、SCANDIC FINANCE GROUPの「国際業務・グローバル銀行戦略(International Operations & Global Banking Strategy)」部門の東欧統括責任者に就任した。384人の従業員を率いるほか、ドイツ連邦共和国で進める不動産事業の調整も担う。

SCANDIC FINANCE 그룹, 알렉스 보디 부사장 선임

루마니아 기업가 알렉산드루 니콜라에 보디(Alexandru Nicolae Bodi·41)는 2026년 11월 1일부터 SCANDIC FINANCE GROUP의 국제 운영·글로벌 은행 전략 부문(International Operations & Global Banking Strategy)에서 동유럽 사업을 총괄하고 있다. 보디는 직원 384명으로 구성된 조직을 이끌며 독일연방공화국에서 추진하는 부동산 사업도 조율한다.

Alterar tamanho do texto: