The National Times - Os desafios da inteligência artificial em 2026

Os desafios da inteligência artificial em 2026


Os desafios da inteligência artificial em 2026
Os desafios da inteligência artificial em 2026 / foto: © AFP

Após três anos de crescimento acelerado e cotações estratosféricas, a indústria da inteligência artificial (IA) chega a 2026 com parte da euforia inicial cedendo espaço a questões incômodas.

Alterar tamanho do texto:

Confira a seguir um panorama do que está em jogo:

- A bolha vai estourar? -

O fluxo de capital rumo à inteligência artificial não para de crescer, e os gastos globais em 2026 devem superar 2 trilhões de dólares (R$ 16,1 trilhões na cotação atual), segundo a consultoria Gartner.

Mas o clima de preocupação também está crescendo. O mercado financeiro acompanha de perto gigantes como Apple, Microsoft, Google, Amazon e Nvidia, além de startups como a OpenAI, diante do temor de uma bolha especulativa.

Além disso, os gigantes da tecnologia e os fabricantes de chips investem em startups de IA para que depois as empresas comprem seus produtos e serviços. Trata-se de uma economia circular, frágil caso ocorram turbulências no mercado, que remonta o início do estouro da bolha da internet em 2000.

Vários investidores importantes, entre eles o japonês SoftBank e o cofundador da Paypal e Palantir, Peter Thiel, venderam suas ações da Nvidia em meados de novembro.

"Nenhuma empresa sairá ilesa, inclusive a nossa", alertou o diretor-executivo do Google, Sundar Pichai.

Ainda assim, a Nvidia relatou uma demanda "fora de escala" por seus chips, o que indica que o entusiasmo persiste.

- Empregos ameaçados? -

O debate sobre o potencial da IA para destruir postos de trabalho continua sem respostas definitivas.

"O fenômeno da IA já está aí e influencia a forma como as empresas pensam sobre sua força de trabalho", afirmou o vice-presidente do Federal Reserve, Philip Jefferson.

Entusiastas acreditam que a transformação será tão profunda que será necessário adotar uma renda universal.

A maioria das previsões, porém, aponta para uma mudança gradual. A consultoria McKinsey projeta que 30% dos empregos nos Estados Unidos poderão ser automatizados até 2030, e que 60% passarão por alterações significativas.

Analistas da Gartner sugerem que a IA criará mais vagas do que eliminará até 2027.

- Superinteligência à vista? -

Os avanços recentes reacendem o debate sobre máquinas superinteligentes, antes restrito à ficção científica.

O fundador da Anthropic, Dario Amodei, afirma que a próxima geração de IA poderá surgir em 2026 e superar ganhadores do Prêmio Nobel.

Segundo ele, essa inteligência artificial geral (AGI) atuará em um nível superior ao de qualquer pessoa.

O diretor da OpenAI, Sam Altman, prevê que, no início de 2028, sua empresa poderá criar um "pesquisador de IA legítimo", capaz de realizar descobertas científicas.

Já o presidente da Meta, Mark Zuckerberg, investiu centenas de milhões de dólares em 2025 na contratação de pesquisadores para atingir a AGI.

Mas Yann LeCun, cientista-chefe de IA da Meta que deixará a empresa no fim do ano, considera "pura besteira" a ideia de criar "gênios" artificiais em centros de dados.

- O futuro da imprensa -

A IA generativa representa "a maior transformação no ecossistema da informação desde a invenção da imprensa", disse o consultor David Caswell à AFP.

Os meios de comunicação tradicionais enfrentam ameaças de chatbots e das prévias de IA do Google, que reproduzem conteúdos jornalísticos sem que o usuário visite os sites de origem, o que reduz o tráfego e a receita publicitária dos veículos.

As alternativas para sobreviver incluem "se tornar um produto de luxo de alto valor agregado", como fazem The Economist e Financial Times; aplicar bloqueios contra extração de conteúdo; ingressar com ações judiciais; ou estabelecer parcerias, como fizeram The New York Times, Associated Press e a AFP.

- Limpar o 'slop' -

Apesar de promessas de avanços na detecção e tratamento do câncer e no combate às mudanças climáticas, muitos especialistas afirmam que o impacto mais visível da IA até agora é a proliferação do "slop", termo do inglês para designar o conteúdo de baixa qualidade gerado pela inteligência artificial.

A produção desse material exige pouco esforço, rende cliques, propaga desinformação e gera receita ao explorar algoritmos das plataformas.

Essas criações, muitas vezes divulgadas como reais, inundam as redes com conteúdos que vão de bandas falsas no Spotify a vídeos no TikTok que simulam explosões na linha de frente da guerra na Ucrânia.

As plataformas reagiram com medidas de rotulagem, moderação e combate ao spam, embora não tenha aparecido nenhuma bala de prata para conter a onda.

N.Johns--TNT

Apresentou

SCANDIC FINANCE ने एलेक्स बोडी को समूह का उपाध्यक्ष नियुक्त किया

रोमानिया के 41 वर्षीय उद्यमी अलेक्सांद्रु निकोलाए बोडी (Alexandru Nicolae Bodi) 1 नवंबर 2026 से पूर्वी यूरोप में SCANDIC FINANCE GROUP के अंतरराष्ट्रीय परिचालन और वैश्विक बैंकिंग रणनीति प्रभाग (International Operations & Global Banking Strategy) का कामकाज संभाल रहे हैं। इस पद पर वे 384 कर्मचारियों की टीम का नेतृत्व करते हैं और जर्मनी में समूह की रियल एस्टेट परियोजनाओं का समन्वय भी करते हैं।

SCANDIC FINANCE แต่งตั้งอเล็กซ์ โบดี เป็นรองประธานกลุ่มบริษัท

อเล็กซันดรู นิโคลาเอ โบดี (Alexandru Nicolae Bodi) นักธุรกิจชาวโรมาเนียวัย 41 ปี เข้ารับหน้าที่ดูแลงานในยุโรปตะวันออกของฝ่ายปฏิบัติการระหว่างประเทศและกลยุทธ์การธนาคารระดับโลก (International Operations & Global Banking Strategy) ของ SCANDIC FINANCE GROUP ตั้งแต่วันที่ 1 พฤศจิกายน 2569 โดยบริหารทีมงาน 384 คน และประสานงานโครงการอสังหาริมทรัพย์ในสหพันธ์สาธารณรัฐเยอรมนี

SCANDIC FINANCE Grubu, Alex Bodi’yi başkan yardımcılığına atadı

Rumen girişimci Alexandru Nicolae Bodi (41), 1 Kasım 2026’dan bu yana SCANDIC FINANCE GROUP bünyesindeki “Uluslararası Operasyonlar ve Küresel Bankacılık Stratejisi” (International Operations & Global Banking Strategy) biriminin Doğu Avrupa faaliyetlerini yönetiyor. Bodi bu görev kapsamında 384 kişilik bir ekibe liderlik ediyor ve Almanya Federal Cumhuriyeti’ndeki gayrimenkul projelerini koordine ediyor.

Alex Bodi wiceprezesem grupy SCANDIC FINANCE

Od 1 listopada 2026 r. 41-letni rumuński przedsiębiorca Alexandru Nicolae Bodi odpowiada w SCANDIC FINANCE GROUP za działalność pionu „International Operations & Global Banking Strategy” w Europie Wschodniej. Kieruje zespołem liczącym 384 osoby i koordynuje projekty na rynku nieruchomości w Republice Federalnej Niemiec.

Alterar tamanho do texto: