The National Times - Começa o conclave para eleger o sucessor de Francisco

Começa o conclave para eleger o sucessor de Francisco


Começa o conclave para eleger o sucessor de Francisco

Ao grito em latim de "extra omnes" — todos fora — os cardeais se trancaram na Capela Sistina nesta quarta-feira (7) para eleger o sucessor do papa Francisco em um conclave incerto e sem favoritos claros.

Alterar tamanho do texto:

Os 133 "príncipes da Igreja" estão isolados do mundo, sem acesso à internet, telefones, televisão ou imprensa, até que elejam um novo pontífice.

Uma primeira votação está marcada para a tarde, mas a fumaça branca que precede o "Habemus papam" não é esperada hoje.

Os olhos do mundo estarão fixos na pequena chaminé que emitirá os resultados das votações em forma de fumaça. Na Praça de São Pedro, milhares de turistas e fiéis já tiravam fotos do pequeno e quase indistinguível tubo de cobre.

"Viemos ver a fumaça", disse Gabriela Sanz, uma turista de 48 anos de Mar del Plata, Argentina, à AFP. "Já tivemos um papa argentino que foi algo único na história".

"E agora seria emocionante ver uma fumaça. Não importa se não for branca", acrescentou.

- "Disposição divina" -

Quando o mestre das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice, monsenhor Diego Ravelli, fechou as portas, aplausos foram ouvidos na Praça de São Pedro.

Os cardeais juraram anteriormente manter segredo sobre o processo e cumprir "fielmente" o papel de pontífice se eleitos por "disposição divina".

Vestindo o traje vermelho, que honra o sangue de Cristo, eles primeiro recitaram o juramento juntos e depois individualmente diante do altar com a mão sobre o Evangelho.

O italiano Pietro Parolin, o cardeal eleitor mais antigo segundo a ordem de precedência, liderou os cardeais na invocação latina do Espírito Santo: "Veni, Creator Spiritus".

A eleição provavelmente exigirá mais negociações e várias votações na Capela Sistina, mobiliada com várias fileiras de mesas cobertas com toalhas marrons e vermelhas, nas quais aparecem os nomes de cada eleitor.

Diante dos magníficos afrescos do Juízo Final, os cardeais votarão "na presença de Deus" em silêncio solene.

Cada cardeal escreve o nome do seu candidato, dobra a cédula e a coloca em um prato de prata, que é usado para depositá-la em uma urna localizada em frente ao Juízo Final.

As cédulas são queimadas em uma estufa com a ajuda de produtos químicos: se os dois terços não forem alcançados, a fumaça será preta; se houver papa, a fumaça será branca.

- "Bergoglistas" contra conservadores -

Se nesta quarta-feira ninguém tiver a maioria de dois terços requerida - pelo menos 89 votos - para proclamar o 267º pontífice, os cardeais votarão quatro vezes a partir de quinta-feira: duas pela manhã e duas à tarde.

O decano do colégio cardinalício, Giovanni Battista Re, pediu em uma missa antes do conclave pela "manutenção da unidade da Igreja" diante do momento "difícil, complexo e turbulento" que o futuro líder espiritual de 1,4 bilhão de católicos enfrentará.

A Capela Sistina não será um espaço para discursos, debates e negociações que levem a um nome de consenso entre os "bergoglistas", devotos de Jorge Bergoglio, e a ala mais conservadora que criticou muito seu pontificado reformista voltado para os mais pobres.

As conversas acontecerão durante as refeições ou reuniões na residência de Santa Marta e outros aposentos vaticanos, onde os cardeais permanecerão isolados.

As eleições de Bento XVI e Francisco levaram dois dias. A maioria dos cardeais acredita que o atual conclave deve durar no máximo três, enquanto os mais pessimistas acreditam em cinco dias de votações.

Os participantes juram manter em sigilo os detalhes de todo o processo.

 

Parolin está entre os favoritos para suceder Francisco, de quem foi secretário de Estado por 12 anos.

O jornal Il Messaggero também inclui entre a "galáxia de papáveis" o italiano Pierbattista Pizzaballa, o húngaro Peter Erdo, o cingalês Malcolm Ranjith e o espanhol Ángel Fernández Artime.

T.Bailey--TNT

Apresentou

Chervon nomeia Doug Palmer vice-presidente de Finanças para o Canadá

A Chervon nomeou Doug Palmer vice-presidente de Finanças para o Canadá, a partir de 9 de novembro de 2026. Palmer se reportará diretamente a Neil Harrison, vice-presidente e diretor-geral da Chervon Canadá e também manterá uma relação de subordinação funcional com Ryan Wang, diretor financeiro da Chervon América do Norte.

Cinco náufragos, incluindo duas crianças, são resgatados após três meses à deriva no Pacífico

Cinco sobreviventes, incluindo duas crianças, foram resgatados no último domingo (1º de novembro) nas proximidades da ilha Fanning, em Kiribati, após passarem três meses à deriva no Oceano Pacífico. O grupo havia partido da Micronésia em julho e foi levado para alto-mar por uma tempestade, deixando quatro companheiros desaparecidos.

Três pessoas baleadas em diferentes bairros de São Gonçalo na tarde de domingo

Três pessoas foram baleadas em bairros distintos de São Gonçalo na tarde de domingo (1º). As vítimas, incluindo duas mulheres, foram socorridas por policiais ou familiares e levadas ao Hospital Estadual Alberto Torres. A Polícia Civil investiga as circunstâncias dos disparos.

Chervon nomeia Jody Grimsley como gerente sênior de Contas Nacionais

Jody Grimsley ingressa na Chervon como gerente sênior de Contas Nacionais, a partir de 2 de novembro de 2026. Grimsley se reportará diretamente a Jeff Campbell, vice-presidente sênior de Vendas Comerciais e Industriais.

Alterar tamanho do texto: